Music

Reino em Minha Mente

by Léo Lago

Released January, 2014
Released January, 2014
From medieval songs to surf music, from ritualistic chants to basic rocks, from love songs to spoofs, everything have room in the kingdom of my mind.
  • 03:03 Lyrics Press Release

    Ei, ei, quem é você?
    Ei, ei, tem que dizer!

     

    Eu não sei explicar o que eu sou
    Eu não sei exemplificar o som que sou
    Eu não sei classificar o soul que sou
    Eu não sei, eu não sei, eu não sei

     

    Um produto na prateleira
    Rotulado com qualquer besteira

     

    Eu não sei dizer, o que quer dizer
    Eu não sei falar, qualé do blá-blá-blá

     

    Release
    Please release
    Release please
    Press release
    Please release
    Press release
    Don´t press on me
    Please release me

     

    De onde eu vim?
    Que é de mim?
    Como é assim?
    Quem dirá sim?

  • 00:48 Lyrics Há um Reino

    Há um reino
    Um reino em minha mente
    Onde eu reino
    Um reino em minha mente

  • 04:33 Erare Oxum Babá
  • 02:33 Lyrics Pesado 13

    Num quarto solitário
    Na Rua do Rosário
    Com um 13 bem na porta
    Um turco lá morou

     

    Disse o seu patrício
    Que ele morreu no hospício
    E cheio de aflição
    Porque engoliu um tostão.

     

    O seu nome era Rachid,
    Abdula ou Farid
    Nascido na Turquia
    Criado na Bahia

     

    Ele era prestamista e vigarista
    Nunca perdeu de vista
    O bolso de ninguém
    Por causa de um vintém.

     

    Seu quarto todo escrito
    Com contas de somar
    E de multiplicar
    Não tinha dividir

     

    E por economia
    Pra não gastar seu sangue
    Com as pulgas já famintas
    Ficava sem dormir.

     

    Em uma carta escrita
    Deixava como herança
    Ao filho ainda criança
    As contas por cobrar

     

    Ele era precavido
    Pro caixão ser pequeno
    Morreu bem decidido
    De cócoras, encolhido.

     

    E o pesado 13
    Em uma sexta-feira
    Também num dia 13
    Faz hoje quase um ano

     

    Que teve o intestino
    Por choque fraturado
    Pois foi atropelado
    Por um aeroplano.

     

    Num dia em que um amigo
    Ao lhe pedir abrigo
    Ao ver aberta a porta
    Quase morreu de horror

     

    Pois viu por sobre a cama
    O terno de Farid
    E viu dependurado
    Abdula num cabide

  • 02:16 Lyrics Anteontem (Ovos Mexidos)

    Anteontem
    Acordei com vontade de comer ovos mexidos
    Só por causa de um sonho que eu tinha tido
    E um livro que de noite eu tinha lido

     

    Anteontem
    Compus essa canção que não merece ser lançada
    Nem tampouco ela será a mais gravada
    Pelo menos fui ao banheiro e dei uma aliviada

     

    Por que ela foi embora?
    Não sei, ela me deu o fora
    Que se dane, ela era feia e chata também
    Agora eu só penso no anteontem

     

    Anteontem
    O amor era um jogo tão fácil de se jogar
    Agora é só paciência por sozinho estar
    E ovos mexidos pois não sei cozinhar

     

    De repente
    Sou o dobro do homem que costumava ser
    É de tanto ovos mexidos cismar de comer
    E vinho, cachaça e cerveja beber

     

    Por que ela foi embora?
    Não sei, me deu fora
    Que se dane, ela era feia e chata também
    Agora eu só penso no anteontem

  • 02:22 Lyrics Cantiga

    Eu come home duro,
    fui beijar pelo obscuro
    a mia senhor.

    Come home aventurado,
    fui beijar pelo furado
    a mia senhor.

    Vedes que mui gran ventura:
    beijei pela fendedura
    a mia senhor!

    Vedes que moi grand'abaco:
    fui beijar polo buraco
    a mia senhor!

  • 02:50 Lyrics Moça Vestida de Seda

    Moça formosa
    Vestida de seda
    É tão fogosa

     

    O nosso beijo me deixa em chamas
    A sua beleza meu olho inflama
    Onde estiver eu vou te buscar
    Nada no mundo vai nos separar

     

    Baseado em que querem nos separar?

     

    Mas sozinhos no escuro
    Seu cheiro se espalha pelo ar
    E então eu lhe juro
    Pra onde for, eu vou te puxar

  • 03:05 Le Surfuku
  • 04:02 Lyrics Sentindo o Balanço do Mar

    Estou tentando me equilibrar
    Sentindo o balanço do mar
    Parece que o mundo vai virar
    Sentindo o balanço do mar

     

    Sentindo o balanço do mar
    Sentindo o balanço do mar
    Sentindo o balanço do mar, yeah
    Sentindo o balanço do mar 

     

    Eu tenho que me segurar
    Para não me derrubar
    Enjoo, parece que vou vomitar
    Sentindo o balanço do mar

     

     

    O balanço, o balanço
    O balanço do mar
    Parece que tudo vai virar
    Sentindo o balanço do mar

     

     

    Em terra firme, na frente de um bar
    Mas sentindo o balanço do mar
    Eu vejo tudo a girar
    E mais um copo eu vou virar

  • 02:46 Lyrics Alguma Coisa Nova

    Eu quero alguma coisa nova,
    Alguma coisa nossa,
    Alguma coisa fora
    Dessa velha bossa
    Eu quero novidade
    Chega de saudade
    Alguma coisa nossa
    Pra me tirar da fossa
    Alguma coisa nova,
    Alguma coisa agora,
    Alguma coisa fora,
    Alguma coisa, ora!
    Alguma coisa nossa,
    Alguma coisa agora!

     

    Algo diferente
    Pra ligar a mente
    Vejo claramente
    Algo diferente
    Que ligue minha mente

     

    Eu consigo ver sem óculos
    Enxergo estrelas sem binóculos
    Não quero siglas, tampouco rótulos

  • 01:12 Lyrics Tão Linda Dormindo

    Você é tão linda
    E tão linda dormindo
    Eu queria escrever um poema
    Mas poema nenhum
    Seria tão lindo
    Quanto você
    É linda dormindo
    Então é inútil
    Basta dizer
    Que você é linda
    E tão linda dormindo

  • 03:45 Red River Valley
  • 03:04 Lyrics Réquiem para um Cavalleiro do Lago

    Dobrem os sinos, rufem os tambores,
    Soem as trombetas e me sigam, senhores
    Que anunciem aos ventos a dor que eu trago
    Pois partiu desta vida um Cavalleiro do Lago

    Salve o cavaleiro

     

    Flores, hortelã, salsa e alecrim
    E a vida, ilusão, encontra o seu fim

     

    Que dobrem os sinos, que rufem os tambores,
    Que soem as trombetas e anunciem as dores
    Pois o Cavalleiro que agora se vai
    É aquele a quem eu chamo meu pai

     

    Fecha os olhos pela eternidade e descansa
    Passa tão rápido como a noite de uma criança

  • 03:56 Lyrics Asas de um Morcego

    Se eu tivesse as asas de um morcego
    Se eu tivesse as asas de um morcego
    Eu voaria, me esconderia
    Na escuridão, na solidão
    E ninguém me veria mais não
    E ninguém me veria mais não

     

    Se eu tivesse onde me esconder
    Uma caverna pra mais ninguém me ver
    Eu passaria meus dias a chorar
    Todas minhas lágrimas derramar
    E ninguém poderia consolar
    E ninguém poderia consolar

     

    Quero beber seu sangue, morder sua carne
    Estar sozinho no final da tarde
    Quero estar doente, matar você
    E chorar sozinho ao amanhecer

  • 03:06 Lyrics Tudo Vai Dar Certo

    Existem noites tão escuras
    Que parece que não vai ter mais manhã
    Existem manhãs tão chuvosas
    Que parece que não vai ter mais sol
    Existem dias tão longos
    Que parece que a noite nunca vai chegar

     

    Mas se eu te tenho por perto
    Eu sei que tudo vai dar certo

     

    Tudo sempre dá certo
    Se eu te tenho por perto
    Nada pode dar errado
    Se eu te tenho ao meu lado

     

    Não se preocupe, meu bem
    Tudo vai ficar bem

     

    Tudo sempre dá certo
    Se eu te tenho por perto
    Nada pode dar errado
    Se eu te tenho ao meu lado

     

    Se eu tivesse esse poder
    Eu faria com que todo mundo
    Encontrasse uma mulher como você
    Faria com que todo mundo
    Fosse um apaixonado
    E tivesse uma mulher como você
    Ao seu lado

     

    Eu não acredito em urucubaca
    Eu não acredito em mau-olhado
    Eu acredito no amor
    Se eu te tenho ao meu lado

     

    Tudo sempre dá certo
    Se eu te tenho por perto
    Nada pode dar errado
    Se eu te tenho ao meu lado

     

    O que pode dar errado
    Se eu tenho alguém como você ao meu lado?
    Tudo sempre dá certo
    Tudo vai dar certo

  • 02:35 Lyrics Pequena Prece (Quem Sabe Deus)

    Queria dizer uma pequena prece
    E ter a fé que eu não tenho mais
    Queria que você soubesse
    Que sem você eu não tenho paz

     

    Quem me dera poder mudar
    Em algo além, bem além do ar
    E ter a perfeição dos olhos teus
    Quem sabe Deus

     

    Se nele enfim eu pudesse crer
    Assim como eu creio em você
    Mas sei que já não sou tão puro
    Com tantos passos dados no escuro

     

    Quem me dera recuperar
    Uma mensagem jogada ao mar
    Manter a perfeição aos olhos teus
    Quem sabe Deus

  • 01:00 Nada Pode Dar Errado
  • 04:17 O Único Rapaz Vivo no Rio
NOTES
Reino Em Minha Mente (Reign on my mind) contains songs recorded between 2007 and 2013, giving an overview of my work, putting together new songs with some others that were released as single before.

1) "Press release": it was recorded in 2007, during the sessions of my first solo album, Venturas e desventuras do engenhoso Cavalleiro do Lago. It was not included on it because didn't fit the concept of the album. Released as a single in October of the same year, with the "b-side" "O único rapaz vivo no Rio".

It was the perfect way to open the album, acting as a presentation card: I don't know how to classify my sound, I can't explain who I am. Shows the idea of the kingdom that exists on my mind and prepares the listener for an album with diversified songs.

The lyrics has portions in Portuguese and English. I like the play on words: please release / press release / don't press on me / please, release me.

The music is more or less a straight rock.

2) "Há Um Reino": Almost a vignette, has a medieval mood and completes the introduction started with "Press release".
Plays with the ambiguity that exists in the word "reino" (reign): could be either a noun as a verb. "There is a reign / where I reign."

Ironically, it was the last track recorded for the album.

3) "Erare Oxum Babá": created initially as a version of a song by a Brazilian band in 2009. What I did was a total deconstruction of the original music, altering completely the mood. In my oppinion, there's no point in re-record a song to make a copy. I liked the result, but I avoid using covers because of copyright issues. As the song had already been completely changed, I decided to turn it on an original song: I changed the lyrics and details here and there and it became "Erare Oxum Babá". I believe it is very difficult to get the original music.

4) "Pesado 13": a song by Noel Rosa. As the samba composer died early, his compositions already got into public domain. I found it interesting the possibility to make versions of another composer without worrying about copyright.

The arrangement was made with my brother Leandro, who also recorded the bass. It was shelved for a while and finished later, when I recorded the final vocal, guitar and bass for the fast parts.

What was a tango became a rock with some slower parts more like the original music.

5) "Anteontem (Ovos mexidos)": the lyrics are a parody I wrote in 99 recorded in 2013. Unpretentious joke but it became an interesting, different and strange music .

6) "Cantiga": one more that came from my first solo album sessions and was released as a single in November 2007, along with "Moça vestida de seda".

It was adapted from a medieval song by Joan Airas de Santiago and despite the medieval mood differs greatly from the songs of troubadours.

7) "Moça vestida de seda": the original song was composed in 99 with my brother Leandro, at the time we still had a band, though it was never played live or recorded. It was a fast punk rock song. I changed considerably the lyrics and the music changed completely, with a much slower mood. Recorded in a single night, under the inspiration of Erasmo Carlos and The Troggs.

8) "Le Surfuku": it started as a joke on the ukulele, but I kinda like it. Recorded in 2013, was inspired in old instrumental surf music.

9) "Sentindo o balanço do mar": one more I composed in the old times I had a band with my brother Leandro, circa 99. It's the same arrangement, although I have put new layers of music. Recorded in 2013.

10) "Alguma coisa nova": the original version was released on my first solo album in 2007. I made a new version in 2012 which is offered as a free download to anyone who subscribes to my mailing list. As usual when I re-record a song, it's very different from the first recording, slower, longer.

11) "Tão linda dormindo": a poem I wrote for my wife a few years ago set to music in 2013.

12) "Red River Valley": I grew up listening to the rock version of Johnny and the Hurricanes in an old vinyl and hearing my father singing a Portuguese version of the song. My version is a psychedelic instrumental and it was recorded between 2012 and 2013.

13) "Réquiem para um Cavalleiro do Lago": homage to my father who passed away in 2013. The song is related to "Salve o cavaleiro" and "Sagração", from my album Venturas e desventuras do engenhoso Cavalleiro do Lago. My father had Cavalleiro (adapted from the original spanish Caballero, which means knight) and Lake in his surname, while I get only Lago.

14) "Asas de um morcego": recorded in 2008, completed and released as a single in 2009.

15) "Tudo sempre dá certo": recorded and released as a single in 2008 with "Nada pode dar errado". Upbeat and romantic song, but like everything I do with a degree of strangeness and dissonance.

16) "Pequena prece (Quem sabe Deus)": romantic song I did for my wife . I tried to record it several times but always felt that it wasn't good enough. Ended up in a version with only voice and guitar.

17) "Nada pode dar errado": almost a vignette. Experimental collage of the vocals used in "Tudo sempre dá certo".

18) "O único rapaz vivo no Rio": Closing the album , the "b-side" of the song that opens it.
***

Reino em minha mente contém canções gravadas entre 2007 e 2013, dando um panorama geral da minha criação, juntando as músicas mais novas com algumas que saíram como single anteriormente.

1) "Press release": foi gravada em 2007, ainda nas sessões do meu primeiro álbum solo, Venturas e desventuras do engenhoso Cavalleiro do Lago. Ficou de fora por não se encaixar na temática. Lancei como single em outubro do mesmo ano, tendo como "lado B" "O único rapaz vivo no Rio". Era perfeita para abrir o álbum, agindo como um cartão de apresentação: eu não sei classificar o meu som, eu não sei explicar quem eu sou. Iniciava bem a ideia do reino que existe em minha mente e preparava o ouvinte para um álbum com canções bem diversificadas entre si.

A letra tem trechos em português e inglês. Gosto do jogo de palavras: please release / press release / don't press on me / please, release me.

A música é mais ou menos um rock comum.

2) "Há Um Reino": Quase uma vinheta, tem clima medieval e completa a introdução iniciada com "Press release". Brinca com a ambiguidade que existe na palavra "reino": tanto pode ser verbo quanto substantivo. "Há um reino / onde eu reino".

Ironicamente, foi a última faixa criada para o álbum.

3) "Erare Oxum Babá": começou como uma cover de uma canção de uma banda brasileira em 2009. O que fiz foi uma total desconstrução da música original, alterando completamente o clima. Na minha concepção, não adianta regravar uma música para fazer uma cópia. Gostei do resultado, mas evito utilizar covers por conta dos direitos autorais. Como a música já havia sido completamente alterada, decidi por torná-la uma canção original: mudei a letra, alterei detalhes aqui e ali e surgiu "Erare Oxum Babá". Creio que seja muito difícil chegar à música original.

4) "Pesado 13": regravação de uma música de Noel Rosa. Como o famoso sambista faleceu cedo, suas composições sem parceiro já caíram em domínio público. Achei interessante a possibilidade de fazer versões de outro compositor sem me preocupar com os direitos autorais.

O arranjo foi feito com meu irmão Leandro, que também gravou o baixo. Acabou engavetada por um tempo e só a terminei mais tarde, gravando o vocal definitivo, a guitarra e programando o baixo para as partes rápidas.

O que era um tango tornou-se um rock com trechos mais lentos remetendo à música original.

5) "Anteontem (Ovos mexidos)": a letra é uma paródia que escrevi em 99. Ficou guardada até eu resolver gravá-la em 2013. Uma piada despretensiosa mas que se tornou uma música interessante, bem diferente e estranha.

6) "Cantiga": mais uma que veio das sessões do meu primeiro álbum solo e foi lançada como single, em novembro de 2007, junto com "Moça vestida de seda".

A letra foi adaptada de uma cantiga de escárnio medieval de Joan Airas de Santiago e, apesar do clima medieval, difere bastante das cantigas de trovadores.

7) "Moça vestida de seda": a música original é de 99 e foi composta com meu irmão Leandro, na época que ainda tínhamos uma banda, embora nunca tenha sido tocada ao vivo ou gravada. Era um punk rápido. Alterei de forma considerável a letra e mudei completamente a música, com um clima bem mais lento. Foi gravada em uma única noite, sob inspiração de Erasmo Carlos e The Troggs.

8) "Le Surfuku": começou como uma brincadeira no ukulelê, mas acabei gostando. Gravada em 2013, remetendo à surf music instrumental de antigamente.

9) "Sentindo o balanço do mar": mais uma que compus nos antigos tempos de banda com meu irmão Leandro, circa 99. Essa foi mantida com o mesmo arranjo da época, embora eu tenha colocado novas camadas na música. Gravada em 2013.

10) "Alguma coisa nova": a versão original é de 2007 para o álbum Venturas e desventuras do engenhoso Cavalleiro do Lago. Fiz uma nova versão em 2012 que é oferecida como download gratuito para quem assina minha lista de novidades. Como é de praxe quando regravo uma canção, ela difere bastante da primeira gravação. Ficou mais lenta, mais longa.

11) "Tão linda dormindo": um poema que escrevi para minha esposa há alguns anos musicado em 2013.

12) "Red River Valley": cresci ouvindo a versão rock de Johnny and the Hurricanes em um velho vinil e com meu pai cantando uma versão em português da canção. Minha versão é instrumental, psicodélica e foi gravada entre 2012 e 2013.

13) "Réquiem para um Cavalleiro do Lago": homenagem ao meu pai que faleceu em 2013. A música remete a "Salve o cavaleiro" e "Sagração", do meu álbum Venturas e desventuras do engenhoso Cavalleiro do Lago. Meu pai tinha Cavalleiro (forma aportuguesada de Caballero) e Lago no sobrenome, enquanto eu fiquei somente com o Lago.

14) "Asas de um morcego": letra antiga gravada em 2008, terminada e lançada como single só em 2009.

15) "Tudo sempre dá certo": gravada e lançada como single em 2008 junto com "Nada pode dar errado". Canção otimista e romântica, mas, como tudo que eu faço, com um certo grau de estranheza e dissonância.

16) "Pequena prece (Quem sabe Deus)": canção romântica que fiz para minha esposa. Tentei gravar várias vezes sem que achasse que havia ficado boa. Acabou ficando em um versão com voz e guitarra somente.

17) "Nada pode dar errado": quase vinheta. Colagem experimental das vozes utilizadas em "Tudo sempre dá certo".

18) "O único rapaz vivo no Rio": fechando o álbum, o "lado B" da canção que o abre.

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